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Devocional
Pr. Davi F. M. Cáceres
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17/04/2012

Consciência - Parte 2Imprimir

CONSCIÊNCIA - PARTE 2

 Na última semana começamos a trabalhar o tema da consciência. Localizamos a consciência no aspecto imaterial do ser humano e estabelecemos uma definição a partir de textos do Antigo e Novo Testamentos. Nesta semana temos como objetivo fazer alguns esclarecimentos sobre a consciência e depois começar da trabalhar o que é uma consciência sadia e uma consciência doentia. Oremos para que Deus nos conceda da Sua sabedoria.

Terça-feira

TEXTO: LEIA O TEXTO DE Rm.2.15 E I Co.4.4

1. Uma vez que a nossa definição de consciência "é o indicador do grau de concordância entre nossa conduta e os valores com os quais estamos compromissados", nós precisamos de algumas considerações para compreender corretamente o que queremos dizer. A consciência como sendo algo da natureza humana está presente tanto em crentes como em não crentes e esta acusa e/ou defende (vd. Rm.2.15). Paulo está argumentando que os gentios quando agem em conformidade com a lei, sem ter a lei (vd. Rm.2.14), mostram que eles tem uma lei gravada no coração deles e essa lei que está coração deles mais a consciência ou acusam ou defendem. A consciência não faz mais nada do que isso e por isso nossa segunda consideração vem em decorrência dessa primeira. A consciência não deveria ser entendida como a voz de Deus, pois ela não é infalível (vd. I Co.4.4). Paulo tinha a percepção proveniente de sua consciência de que nada estava errado em sua vida, mas ele não se considerava justo por isso. Antes ele sabia que quem o julgava é o Senhor. Temos a tendência, muitas vezes, de dizer: "estou com a consciência tranquila de que não fiz nada de errado", quase que atribuindo a consciência um papel de justificador. Não essa sua função e ela pode nos indicar algo errado, pois ela falha. Você já se viu em situações onde sua consciência não o acusava, mas depois você foi confrontado pela Palavra e percebeu que havia errado? Que passos você deu para lidar com esta situação. Quais os perigos que você corre se achar que a consciência é infalível? Descreva ao menos três.

Quarta-feira

TEXTO: LEIA O TEXTO DE At.24.16 E I Pe.2.18,19

1. Ontem fizemos duas considerações sobre a consciência. Você se lembra quais foram? Hoje faremos mais duas breves considerações, mas de grande importância para nossa compreensão. Em At.24.16, Paulo está se defendendo perante as autoridades locais e faz uma forte afirmação que é nossa terceira consideração: a busca por uma consciência pura diante de Deus exige decisões pessoais. Ninguém conseguirá desenvolver uma consciência sadia se não tomar decisões. Porém, ao tomarmos as decisões que precisamos tomar para buscar uma consciência pura isso pode nos gerar algum tipo de sofrimento, e esta é nossa quarta consideração: a busca por uma consciência pura diante de Deus pode trazer algum sofrimento (vd. I Pe.2.18,19). O apóstolo Pedro ao escrever a sua carta afirma que os servos deveriam ser submissos aos seus senhores, que eles fossem bons ou maus. O motivo disso era a consciência deles diante de Deus, mas ser submisso ao senhor muitas vezes geraria sofrimento, tristeza, dor. Ao lutarmos com questões que envolvem nossa consciência deveremos tomar decisões que podem nos gerar sofrimento para cultivar uma consciência pura. Volte agora e aliste as quatro considerações sobre consciência e memorize os versículos referentes a cada uma delas. Existe alguma situação que você precisa tomar alguma decisão para ter uma consciência pura? Aliste essa situação e descreva o que você precisa fazer.

Quinta-feira

TEXTO: LEIA O TEXTO DE I Co.8.1-13

1. O Novo Testamento faz uma distinção entre dois tipos de consciência. Uma sadia e outra doentia. Cada uma delas é ainda subdividida. Nós começaremos a estudar os tipos de consciência pelas doentias. A primeira que meditaremos é a fraca. Consciência fraca é resultado de falta ou negligência ao conhecimento da Palavra de Deus (vd. I Co.8.7). O fraco é aquele que ainda não conheceu o que as Escrituras dizem sobre determinado assunto e age segundo o seu conhecimento prévio e muitas vezes errado. Alguns são fracos mesmo depois de muito tempo de cristianismo, pois não querem aprender. A consciência fraca é resultado insubmissão a vontade de Deus ou vontade vacilante (vd. I Co.8.10,11). Por isso o indivíduo fraco pode agir segundo a visão do que tem conhecimento e pecar, pois não é fruto de sua própria convicção moldada pela palavra. Não conhece a vontade de Deus! Paulo discute sobre comida e consciência em outros dois contextos (vd. I Co.10.14-33 e Rm.14.1-23). A sua consciência é fraca? [Observe o alerta de Paulo de que todos se acham detentores do saber (vd. I Co.8.1-3)]. Como você pode perceber isso em seu dia a dia? Como você pode lidar para tornar-se alguém com uma consciência forte?

Sexta-feira

TEXTO: LEIA O TEXTO DE Tt.1.15,16

1. Uma segunda classificação da consciência doentia é a corrompida, que em algum momento irá se sobrepor a consciência franca. Havia nas igrejas de Creta um grupo de indivíduos que corromperam o ensino e fizeram uma classificação de coisas que era puras e coisas que eram impuras e essa corrupção evidenciava o que havia na consciência deles, corrupção (vd. Tt.1.15). A corrupção da consciência deles e a divisão de pureza e impureza os levavam a viver de modo a não glorificar a Deus por meio de suas obras (vd. Tt.1.16).  O que refletia uma convicção completamente corrompida e os conduzia a uma prática corrompida, mas a consciência corrompida não os acusaria, antes aprovaria o seu terrível procedimento. A corrupção segundo Jesus em Mt.15.1-20 está no coração humano e se expressa na prática humana. Quais são os desejos pecaminosos que rodam o seu coração? Eles corrompem a sua consciência e dizem que coisas terríveis são boas. Identifique-os para poder lutar e conquistar uma consciência sadia.

Pr. Davi F. M. Cáceres
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Pr. Davi F. M. Cáceres
Pr. Davi F. M. Cáceres
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